Operação da SSP combate organização criminosa em Castelo do Piauí e mais três municípios piauienses

Ação visou dar cumprimento a 17 mandados judiciais, sendo dez de busca e apreensão domiciliar e sete de prisão

Foto: Ascom SSP-PI

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A Secretaria da Segurança Pública, por meio da Polícia Civil e Polícia Militar, deflagrou, nessa terça-feira (28), uma operação com o objetivo de dar cumprimento a 17 mandados judiciais, sendo dez de busca e apreensão domiciliar e sete de prisão, nas cidades de Teresina, Castelo do Piauí, Paulistana e São Raimundo Nonato.

A ação tem como alvo investigados suspeitos de integrar uma organização criminosa com possível participação em crimes como homicídios, tráfico de entorpecentes e porte ilegal de arma de fogo.

A operação integra a estratégia permanente de enfrentamento às organizações criminosas, buscando desarticular estruturas voltadas à prática de crimes e impedir a continuidade das atividades ilícitas nos municípios alvos da operação.

As investigações que deram origem à ação são desdobramentos da prisão de duas mulheres identificadas como “Tinker Bell” e “Duquesa”, apontadas como integrantes da organização criminosa.

Segundo o delegado Charles Pessoa, entre os alvos da operação está uma investigada conhecida como “Iemanjá”, que já possui quatro passagens pelo sistema prisional e foi a segunda mulher no estado do Piauí a assumir a função de liderança dentro de uma organização criminosa.

“Ela passou a integrar o grupo criminoso, em 2017, e foi responsável por recepcionar, no estado do Piauí, um indivíduo conhecido como ‘Roubo a Cena’, vindo de São Paulo, enviado por uma célula da organização criminosa Primeiro Comando da Capital. A investigada havia deixado o sistema penitenciário, no último dia 23, e voltou a ser presa durante essa operação. Além dela, seu companheiro, conhecido como ‘8º Anjo’, também foi preso. Ele possui diversas passagens pelo sistema prisional”, explicou o delegado.

Foto: Ascom SSP-PI

O coordenador do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, Laércio Evangelista, destacou a importância da ação integrada. “Essa operação é fruto de um trabalho contínuo de investigação e inteligência. Estamos atuando de forma estratégica para enfraquecer essas organizações criminosas, atingindo suas lideranças e interrompendo suas atividades ilícitas”, pontuou.

As diligências foram conduzidas pelo Departamento de Repressão às Ações Organizadas (Draco) e contou com o apoio da Inteligência da Secretaria da Segurança Pública e da Polícia Civil.

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