Delegacia de Barras exigirá comprovante de vacinação no atendimento
A Delegacia de Polícia Civil de Barras anunciou que vai exigir a apresentação do comprovante de vacinação contra covid-19 para a obtenção de serviços.
A Delegacia de Polícia Civil de Barras anunciou que vai exigir a apresentação do comprovante de vacinação contra covid-19 para a obtenção de serviços. O anúncio foi divulgado no instagram do órgão.
Estabelecimentos que exigem essa obrigatoriedade visam o aumento do rigor na cobrança da vacinação das pessoas que estão dentro da faixa etária estabelecida pelo Ministério da Saúde, aliados à disponibilização de vacina pelo governo federal.
O objetivo também é atingir uma maior cobertura vacinal e evitar que as pessoas adoeçam e morram.
A apresentação obrigatória do comprovante de vacinação para entrada em estabelecimentos públicos vinculados à administração estadual deve reforçar o incentivo à vacinação de todos os piauienses contra a doença. Segundo Florentino, a imunização completa é necessária para evitar novas ondas da doença. “A Fiocruz atesta que o Piauí tem 240.376 pessoas que ainda não retornaram aos postos de saúde para completar o esquema vacinal contra a Covid-19”, afirma o gestor.
O Secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, anunciou em dezembro que o Governo do Piauí exigiria a comprovação do esquema vacinal completo contra a Covid-19 para acesso aos estabelecimentos públicos no estado, contudo o acesso sem cobrança do passaporte ainda está sendo possível em vários órgãos estaduais.
“Os locais com maiores índices de pessoas vacinadas estão registrando menos mortes. Nos estados com menor percentual de vacinação há o registro de mais mortes e mais hospitalização. Os dados atestam a eficácia da vacina no combate à doença. É inaceitável que a população não complete o ciclo de imunização para sairmos dessa pandemia”, diz o secretário Florentino Neto.
O secretário ainda explicou que os municípios vão poder reduzir o prazo para aplicar a dose de reforço na população. “A orientação vai ser para aplicar a terceira dose com quatro meses depois de ser administrada a segunda dose. Tudo para acelerar a proteção da população”, diz Florentino.
Fonte: Longah.com


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